Marketing político digital para quem disputa a eleição municipal
A campanha oficial vai durar pouco mais de quarenta dias, e dentro dela ninguém constrói audiência, só ativa a que já tem.
A pergunta não é quantos votos o digital dá
Quase todo pré-candidato abre a conversa perguntando quantos votos uma campanha digital entrega. Não existe resposta honesta para essa pergunta, e quem responde com um número está vendendo outra coisa.
A pergunta que decide é a do calendário. Reconhecimento de nome, base de contatos própria e conteúdo que alguém queira compartilhar levam meses para existir. Quem chega em agosto do ano eleitoral sem nada disso gasta a verba de campanha comprando alcance para uma audiência que ainda não sabe quem ele é, e faz isso disputando espaço com todos os outros candidatos ao mesmo tempo, no período em que o anúncio custa mais caro.
Faltam dois anos para a urna. É o tempo certo, e é a única parte do processo que não dá para comprar depois.
O que acontece nos dois anos em que ninguém está olhando
O trabalho muda de natureza três vezes até o dia da eleição, e cada fase tem um relógio diferente.
Construir o que não dá para comprar depois
Conteúdo gravado com a sua voz e o seu rosto, publicado em ritmo semanal. Presença nos bairros onde você já tem história, dita por quem estava lá. E uma lista de contatos formada por gente que pediu para receber, porque essa lista é sua, funciona no dia da eleição e não depende de nenhuma plataforma continuar existindo.
Nesta fase não existe anúncio eleitoral pago, e isso não é limitação nossa. É a lei.
Deixar tudo pronto antes do relógio ligar
Site eleitoral no ar, páginas de captação prontas, peças produzidas e as contas de anúncio abertas e verificadas.
Aqui está a parte que só quem já fez uma campanha sabe: as plataformas exigem verificação de anunciante para conteúdo eleitoral, e a verificação envolve conferência de documento e leva dias, às vezes semanas. Quem descobre isso na primeira semana de campanha perde a primeira semana de campanha, que é justamente quando o adversário organizado já está no ar.
Ativar, medir e responder no mesmo dia
Impulsionamento contratado com o CNPJ de campanha, segmentado pelas regiões onde o seu voto de fato mora. Acompanhamento diário, porque uma peça que não está funcionando na terça não deve continuar no ar na quinta.
E o corte que ninguém gosta de ouvir: o que não estava pronto em agosto não fica pronto em setembro.
O que decide o resultado está mais do seu lado do que do nosso
Duas campanhas com a mesma verba e o mesmo trabalho terminam em lugares diferentes, e o que separa as duas quase nunca é o anúncio.
Se o seu nome já circula
Quem tem mandato, ou já disputou uma vez, começa de um lugar que não se alcança em dois anos de conteúdo. Quem é novo precisa de mais tempo, e é honesto dizer isso antes de você contratar.
Se a sua base é de bairro ou de tema
Base territorial se trabalha por região e por liderança local. Base temática se trabalha por assunto, e atravessa a cidade inteira. As duas dão voto, mas pedem campanhas diferentes.
Quantas cadeiras a câmara tem
O quociente eleitoral do seu município define quantos votos elegem, e a conta muda muito entre uma capital e uma cidade de cem mil habitantes. É a primeira coisa que olhamos.
Quanto tempo você aparece
Conteúdo político funciona com o candidato dentro. Gravar, responder comentário e mandar áudio para a lista são horas suas por semana, e nenhuma agência faz isso no seu lugar sem que o eleitor perceba.
Em 2024 acompanhamos uma campanha de vereador em Porto Alegre que terminou eleita como suplente e assumiu o mandato depois. É uma campanha, numa capital, em um ano. Serve para mostrar como trabalhamos e não serve para prever o seu resultado, então não vamos usá-la como se servisse.
O que a Siena não vende
Voto, e previsão de voto. Ninguém consegue prever resultado eleitoral a partir de métrica de campanha digital, e a casa que apresenta esse número está apresentando um número inventado.
Disparo em massa contratado de terceiro e rede de perfis. Além de vedado pela legislação eleitoral, é um dos poucos caminhos capazes de tirar de alguém um mandato já conquistado.
Campanha construída sobre informação que sabemos ser falsa. Não é postura moral declarada em página, é o que aconteceria com o seu registro depois.
E se você nos procurar com poucos meses e nada construído, vamos dizer isso na primeira conversa, antes de qualquer proposta. Vender dois anos de trabalho comprimidos em oito semanas seria mais fácil para nós e pior para você.
Sobre o preço, aqui e não no rodapé
O valor sai do diagnóstico, não de tabela. Ele depende do cargo, do tamanho do município, de quanto já existe construído e de quantos meses faltam. Uma pré-campanha de dois anos no interior e uma reta final na capital são trabalhos diferentes, e cobrar o mesmo por eles seria errado com um dos dois.
Daqui até a urna, o que fazemos e quando
Nome conhecido e lista própria
Rotina semanal de conteúdo, presença nas regiões onde você já tem história e a base de contatos crescendo. Sem anúncio eleitoral, porque a lei não permite ainda.
Tudo pronto antes do prazo
Site eleitoral, páginas de captação, peças e contas de anúncio verificadas. A verificação é a que mais atrasa, então ela começa primeiro.
Ativação e leitura diária
Impulsionamento com o CNPJ de campanha, ajuste diário do que está no ar e relatório do que foi veiculado, no formato que o seu contador precisa.
As perguntas que aparecem na terceira conversa
A campanha oficial começa em agosto do ano da eleição e dura pouco mais de quarenta dias. O que acontece dentro desses quarenta dias foi construído nos dois anos anteriores. Dentro do período você ativa audiência, não constrói.
Impulsionamento de conteúdo é permitido, e apenas dentro do período oficial de campanha, contratado com o CNPJ de campanha e com identificação de quem pagou. Fora do período, anúncio eleitoral pago não é permitido. Até lá o trabalho é orgânico: conteúdo, presença e base de contatos.
O preço sai do diagnóstico. Ele muda conforme o cargo, o tamanho do município, quanto já existe construído e quantos meses faltam. Não publicamos tabela porque uma pré-campanha de dois anos numa cidade de cem mil habitantes e uma reta final na capital não são o mesmo trabalho.
De qualquer partido que dispute eleição dentro da lei. O trabalho é técnico e não escrevemos a sua posição sobre nada. O que recusamos é campanha construída sobre informação que sabemos ser falsa.
Não. Disparo em massa contratado de terceiro é vedado pela legislação eleitoral, e é um dos poucos caminhos que fazem alguém perder o mandato depois de ganho. Trabalhamos com lista própria, formada por quem pediu para receber.
Emitimos nota fiscal e entregamos relatório do que foi veiculado, quando e por quanto. A prestação de contas é do candidato e do contador dele. O que cabe a nós é entregar o documento no formato que o contador precisa, dentro do prazo dele.
Dois anos passam rápido
A primeira conversa serve para olhar o seu município, o seu ponto de partida e o tempo que resta. Dela sai um diagnóstico, e é dele que sai o preço.
Atendemos vereadores em: