Tráfego pago

Escolher a plataforma é a segunda decisão do seu dinheiro

A primeira é descobrir se as pessoas já procuram o que você vende, porque a resposta muda o canal, a verba e o que dá para esperar do primeiro mês.

Quase todo mundo chega perguntando qual plataforma é melhor

A pergunta parece a mais importante e é a que menos separa um resultado bom de um ruim. Google e Meta não competem pelo mesmo momento: um alcança quem já saiu procurando, o outro interrompe quem não estava procurando nada. São trabalhos diferentes, com contas diferentes.

A pergunta que decide o mês é anterior. Existe gente digitando o nome do que você vende? Se existe, há demanda pronta esperando, e ela é mais barata de capturar do que de criar. Se não existe, você vai precisar despertar o interesse antes de vender, e isso muda o prazo, a verba e o que significa um bom primeiro mês.

Um serralheiro numa madrugada de porta arrombada não é descoberto por vídeo bonito. Uma marca de joia autoral não é encontrada por quem não sabe que ela existe. Trocar as duas rotas custa caro e a conta demora a mostrar por quê.

Canal errado não aparece como prejuízo no relatório. Aparece como resultado morno que ninguém consegue explicar.

As duas rotas, e como decidimos por qual o dinheiro entra

A primeira semana é de leitura, não de anúncio. Olhamos quantas buscas do seu setor acontecem na sua região por mês, quanto custa um clique nelas, e o que a sua página faz com quem chega. Esses três números juntos dizem por onde começar, e às vezes dizem para não começar agora.

Quando a demanda já existe

O trabalho é de subtração. Numa conta sem manutenção, boa parte da verba vai para buscas que nunca comprariam: quem pesquisa preço para comparar, quem quer fazer sozinho, quem procurou emprego. Cortar essas buscas costuma render mais que aumentar a verba, e é a primeira coisa que fazemos.

Como isso funciona no Google Ads

Quando a demanda precisa nascer

O trabalho é de repetição. Ninguém compra na primeira vez que vê uma marca desconhecida, então a conta precisa aguentar mostrar a mesma coisa várias vezes para o mesmo grupo sem cansá-lo. Aqui a peça pesa mais que a segmentação, e trocar o criativo é manutenção, não capricho.

Como isso funciona no Meta Ads

Depois que a conta está no ar, a rotina é semanal e chata de propósito: ver o que foi gasto sem retorno, desligar, e olhar de novo na semana seguinte. Campanha não é obra que fica pronta. É uma coisa que desanda sozinha quando ninguém olha, porque o concorrente muda o lance, a plataforma muda a regra e o seu cliente muda a palavra que digita.

No fim de cada mês chega o resumo, e ele cabe numa tela: quanto entrou, de onde veio, e o que vamos mexer no mês seguinte.

O que decide o resultado está quase todo do seu lado

Isto não é isenção de responsabilidade, é a descrição honesta de onde o resultado se decide. Quatro coisas mexem no número mais do que qualquer botão que a gente aperte dentro da conta.

Quanto tempo você demora para responder

Quem pede orçamento às dez da manhã e recebe resposta no dia seguinte já pediu para outros três. O anúncio entregou; a demora devolveu. É o fator mais barato de corrigir e o que mais aparece.

Para onde o clique cai

Anúncio de um serviço específico levando para a home obriga o visitante a procurar de novo o que ele já tinha achado. Boa parte desiste ali, e o relatório mostra isso como clique caro em vez de página errada.

Quanto vale um cliente para você

Um cliente que volta todo mês e um que compra uma vez suportam contas de mídia completamente diferentes. Sem esse número, ninguém consegue dizer se um clique de doze reais foi caro ou barato, e a discussão vira opinião.

Se dá para saber de onde veio a venda

Negócio que fecha por telefone e no balcão perde metade da história antes de ela chegar ao relatório. Vale mais combinar uma pergunta na hora do atendimento do que instalar mais uma ferramenta de medição.

Quando mídia paga não é o que você precisa agora

Existe o caso de quem já vende bem por indicação e tem fila de espera. Anúncio ali traz volume que a operação não atende, e cliente mal atendido custa mais caro que cliente que nunca chegou.

Existe o caso do orçamento que só dá para a mídia. Verba inteira em anúncio, sem sobra para acompanhar a conta, entrega alguns meses de gasto e nenhum aprendizado. Nesse caso, dizemos para esperar e juntar mais um pouco em vez de começar torto.

E existe o caso do meio, que é o mais comum: a campanha está trazendo gente certa e a venda não sai. O problema mora na página, no preço ou no tempo de resposta, e mexer no anúncio não resolve nenhum dos três. Quando é isso, a gente diz, mesmo quando a conclusão é que você não precisa contratar gestão de mídia neste mês.

Quanto custa, e sobre o que exatamente cobramos

Cobramos pela gestão, com valor fixo mensal, e nunca por percentual da sua verba, porque percentual nos pagaria para você gastar mais em meses em que gastar mais é errado. Quanto vale esse fixo depende de quantas contas ficam de pé e do ritmo de troca de anúncio que elas pedem, e sai do diagnóstico. O dinheiro da mídia é seu e vai direto para o Google ou para a Meta, sem passar por nós.

As perguntas que aparecem na terceira conversa

Depende de uma coisa só: se as pessoas já procuram o que você vende. Serviço que aparece numa emergência, como conserto, advogado ou dentista, começa no Google, porque a busca já está acontecendo. Produto que ninguém sabe que existe, ou compra por desejo, começa no Meta. Quando os dois casos convivem no mesmo negócio, a conversa é sobre qual deles paga a conta enquanto o outro amadurece.

O suficiente para a plataforma reunir dados sobre quem compra de você, e esse número muda por setor. Em nicho de clique caro, uma verba pequena entrega tão poucos cliques por semana que a campanha nunca sai da fase de adivinhação. Calculamos esse piso no diagnóstico, antes de você assinar qualquer coisa, e se ele não fizer sentido para o seu momento dizemos isso.

Visita aparece no primeiro dia. Venda estável demora mais, porque as duas primeiras semanas servem para descobrir de onde vem o desperdício e cortá-lo. Quem promete conta madura em sete dias está descrevendo o dia da publicação.

Não, e ninguém consegue. O anúncio entrega a visita; quem fecha a venda é o seu preço, a sua página e o seu atendimento. O que assumimos é a parte que está na nossa mão: para quais buscas o dinheiro vai, quanto dele foi para o lugar errado, e o que muda de um mês para o outro.

No seu, e trabalhamos dentro dela. Histórico, públicos e aprendizado ficam com você mesmo se um dia seguirmos caminhos diferentes. Conta que pertence à agência prende cliente por dependência, e conta nova recomeça o aprendizado do zero.

O texto é nosso. Imagem e vídeo dependem do que você já tem: aproveitamos o material existente quando ele aguenta, e quando não aguenta dizemos isso em vez de rodar campanha com peça que derruba o resultado.

Trabalhamos com três meses no começo, e o motivo é técnico e não comercial: o primeiro mês é de correção, o segundo é o primeiro em que a conta roda limpa, e o terceiro é o primeiro que dá para comparar com alguma coisa. Abaixo disso você paga a arrumação e sai antes de colher.

Acontece, e é o caso que mais aparece. Quando a campanha traz gente certa e a venda não sai, o gargalo está na página, no preço ou no tempo de resposta ao contato. Apontamos onde está, com o dado na mesa, mesmo quando a conclusão é que você não precisa contratar mídia agora.

Comece descobrindo se existe demanda esperando

Antes de qualquer anúncio no ar, olhamos se existe gente procurando o que você vende e quanto custa aparecer na frente dela. É esse número que decide por onde começar, e o preço vem depois dele.

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