Meta Ads

Ninguém abriu o Instagram para comprar o que você vende

Você está interrompendo alguém que estava vendo outra coisa, e essa é a regra do jogo aqui, não um problema a resolver.

Procurar e ser interrompido não são a mesma venda

Quem digita o nome do seu serviço no Google já decidiu que tem um problema e está atrás de quem resolve. Metade da venda aconteceu antes de você aparecer.

No Facebook e no Instagram nada disso aconteceu. A pessoa estava vendo fotos de conhecidos quando você entrou no meio. Ela não tem problema declarado, não estava comparando fornecedor e não vai ler um texto longo para descobrir se te quer. O anúncio precisa fazer o trabalho inteiro, e fazer em segundos.

Por isso a peça importa mais aqui do que em qualquer outro canal. No Google você ajusta a segmentação; no Meta, o criativo é a segmentação.

O que fazemos numa conta de Meta, e com que frequência

O ritmo aqui é diferente do Google, e quem trata os dois igual perde nos dois.

O começo

Colocar várias ideias no ar, não a melhor

Ninguém adivinha na mesa de reunião qual peça vai funcionar, e quem diz que adivinha está lembrando só das vezes em que deu certo. Subimos algumas abordagens diferentes de propósito, com ângulos que discordam entre si, e deixamos as pessoas decidirem. Costuma ganhar a que a equipe achava a mais fraca.

O que só quem cuida percebe

Todo anúncio bom tem prazo de validade

Uma peça que vai bem começa a cair depois de algumas semanas, e a causa quase nunca é a peça: são as mesmas pessoas vendo a mesma coisa repetidas vezes. Em Porto Alegre isso demora mais. Numa cidade de cem mil habitantes acontece rápido, porque o público disponível acaba.

Por isso a conta precisa de peça nova entrando com regularidade. Não é criatividade, é reposição, e quem não repõe vê o custo subir sem entender por quê.

O ajuste

Saber a hora de não mexer

A plataforma precisa de alguns dias e de um número mínimo de resultados para estabilizar a entrega. Mexer todo dia reinicia esse processo e mantém a campanha permanentemente aprendendo, que é o estado mais caro em que ela pode ficar. Boa parte da gestão é decidir esperar quando o painel está pedindo ação.

O que decide o resultado antes de a campanha subir

São coisas suas, e você já sabe a resposta de todas.

Se o que você vende entra pelos olhos

Produto que se mostra numa foto tem vantagem enorme aqui. Serviço técnico que precisa ser explicado sofre, e a saída costuma ser mostrar o resultado dele em vez do serviço.

Quanto material real você tem

Fotos do seu espaço, da sua equipe e do seu produto rendem mais que banco de imagens, e a diferença é grande. Quem não tem material precisa produzir, e produzir é custo e tempo.

O tamanho do seu público

Público pequeno satura rápido e exige troca constante de peça. Público grande perdoa mais. É a variável que mais muda entre anunciar numa capital e anunciar no interior.

Quanto tempo leva a sua venda

Venda por impulso combina com interrupção. Venda que leva três meses e passa por comparação de preço precisa de mais etapas depois do clique, e a campanha sozinha não dá conta.

O que a Siena não promete no Meta

Crescimento de seguidores como resultado de campanha de venda. São objetivos diferentes e a plataforma entrega um ou outro. Quem apresenta seguidor no relatório de uma campanha de venda está apresentando o número que sobrou.

Viralização. Ela acontece, não se contrata, e qualquer proposta que a inclua está vendendo sorte com nome de método.

Público comprado, lista de terceiro ou automação que finge ser gente. Além do risco de a conta ser bloqueada, e contas são bloqueadas, isso queima o seu nome com quem você mais queria alcançar.

E não rodamos campanha para conta sem nenhuma foto real quando o produto depende de ser visto. Nesse caso a primeira entrega é a produção do material, e é honesto dizer isso antes e não no segundo mês.

Sobre o preço, aqui e não no rodapé

Cobramos pela gestão, não por percentual da verba, e o valor sai do diagnóstico conforme o tamanho da conta e o ritmo de produção que ela exige. A verba de mídia é sua e vai direto para a plataforma.

As perguntas que aparecem na terceira conversa

Provavelmente poucos, e essa não é a função do anúncio. Seguidor se conquista com conteúdo publicado ao longo do tempo. O anúncio serve para colocar uma oferta na frente de quem tem perfil de comprar, e a maior parte dessas pessoas compra sem nunca seguir você.

Depende de já existir gente procurando o que você vende. Se existe, o Google costuma vir primeiro, porque atende quem já está com a intenção formada. Se o seu produto é novo, visual ou por impulso, o Meta apresenta você para quem não sabia que queria. Muitos negócios usam os dois, com papéis diferentes.

Precisa ter perfil que não desminta o anúncio. Quem se interessa clica no seu nome antes de decidir, e encontra um perfil abandonado há oito meses. Não é questão de estética, é de conferência: a pessoa está checando se você existe de verdade.

Porque as mesmas pessoas viram a mesma peça vezes demais. Isso acontece mais rápido em público pequeno, e é a diferença mais importante entre anunciar numa capital e anunciar numa cidade de cem mil habitantes. Criativo novo não é capricho, é manutenção.

Trabalhamos com o que você tem e dizemos o que falta. Foto real do seu produto, da sua equipe e do seu espaço rende mais que banco de imagens, e ninguém de fora consegue produzir isso sem entrar na sua operação. Quando a produção precisa ser feita, ela é combinada à parte.

O bastante para a plataforma entregar a peça a gente suficiente antes de decidir se ela funciona. Verba muito baixa faz a campanha morrer sem conclusão, e o dinheiro vai embora sem ensinar nada. O valor mínimo depende do seu público e da sua região, e sai do diagnóstico.

Traga o que você já tem de material

A primeira conversa serve para olhar o seu produto, o seu público e o material que existe hoje. Dela sai um diagnóstico, e é dele que sai o preço.

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